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Mais um ano de vida mortal.

Mais um ano de nostalgias, de frases soltas no vento, palavras não ditas, que mau aguento conter no peito, mas que não encontrei jeito de liberar. Trezentos e sessenta e cinco dias a mais ou a menos? Por mais que ouça infinitas explicações e argumentos, nada me convence, de todo, me agrada o fato de poder estar mudando sempre o sentido das coisas. Mas que estes dezesseis anos foram bem vividos, não tenho dúvida. À todos dediquei cada sopro de vida, cada suor frustrado, ou não, cada arrepio arrancado das extensões do meu ser, eu me vi crescer enquanto a distância entre mim e o mundo diminuía, a "vontade de mais" herança de todo homem me foi e ainda é dada todos esses dias que até aqui vivi.
À todos que me despertaram dos brandos aos mais extremos e variados tipos de sentimentos, guardo uma parte comigo, levando-as, na esperança de recrear uma pessoa melhor dentro de mim, e que essa pessoa, venha a habitar com todos eles um dia. Como eu amei, como eu sofri, tão poucas vezes eu disse "Eu te amo" raras elas, verdade. Quantas vezes eu odiei, muitas delas mentira, só eram mesmo medo de reconhecer que estava errada. Fui, e sempre serei uma simples mortal, feita dos remendos de seus erros, mas arquiteta de seu próprio destino, à mim, nunca poderia deixar de desejar: parabéns por mais um ano de vida!

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