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Será que a culpa não é minha?

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Hoje, depois de ter reclamado por um bom tempo da minha vida, de ter colocado a culpa em várias pessoas por elas estar sendo tão corrida, me senti mal, a pior pessoa do mundo, pois depois de tanto espernear e gritar: "A culpa não é minha!" Descobri que era, ou pelo menos poderia ser... Não quis culpar logo de cara a mim mesma, procurei provas dentro de minhas ações, me propus fazer uma lista, de início, imaginava eu, pequena.

À medida que a ponta da caneta ia deslizando no branco do papel, acrescentei coisas que deveria parar de comer, e não parava, metas fáceis de cumprir, que não cumpria, até aquelas obrigações simples e necessárias, havia deixado de lado, minha lista, já havia tornado-se um monólogo de erros, em minhas mãos uma folha quase preenchida, e ainda não havia citado as atitudes que deveria deixar de tomar, os sentimentos que deveriam ter mais prioridade como: humildade, perseverança, paciência...

Ao terminar a lista, de duas páginas! Enxerguei, que culpava inocentes pela ruína do que era somente minha responsabilidade. Pense bem, as pessoas podem até te apontar defeitos, mas o único capaz de julgá-lo é você mesmo. Ei! Sentiu que tem algo de errado por aí? Pegue papel e caneta, respire fundo, e faça uma lista, é! Listas e mais listas, de coisas que você gostaria de fazer, de ser, mas não tem conseguido, coisas que deveria deixar de fazer, mas acomodou-se.

Elimine um item por semana, sei que existem mudanças que mexem conosco, e precisam de tempo, não tenha preça, para que cada pendencia, seja realmente resolvida. Ao por um fim em tudo que tem te incomodado, novamente, comece a escrever coisas boas que você deseja a sua vida, seus sonhos, metas, lugares que gostaria de visitar, palavras que sempre quis dizer às pessoas que te amam... Realize um item por dia, repita os que forem os melhores, pois bons momentos, merecem serem revividos inúmeras vezes.

E, não menos importante, eu aprendi, e você também aprenderá, que a mudança ocorre de dentro de nós para o mundo, que antes de julgarmos, aportamos o nosso dedo, devemos nos perguntar: Será que a culpa não é minha?

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