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Continue andando


Vamos falar de vida? Tipo falar da minha vida? Já comecei com interrogações, pois na minha mente tem muitas no presente momento, eu que pensava que já sabia como o ano ia terminar, como seriam as coisas, aí a vida cumpriu direitinho seu papel, deu um salto mortal, um giro trezentos e sessenta, um pinote, e jogou tudo pro ar, chutou meu quebra-cabeça que estava quase montado, revirou as órbitas, cabô com tudo que eu imaginava, deu capote nas minhas expectativas, e uma rasteira na minha auto-confiança. Tudo bem.

O plano A falhou, e o alfabeto ainda me oferece vinte e cinco letras, tranquilo. Se o alfabeto terminar, eu pulo pro grego, pro latim, pro chinês. Só o que eu não vou fazer é desistir, é morrer nessa praia, não vou me contentar com o segundo lugar dessa vez, eu sei que a gente precisa aprender a perder, mas ficar em segundo lugar na nossa própria vida, é o mesmo que sediar uma copa e o time da sede perder (fica esperto Brasil). Eu tô aqui, eu tô de pé, vou levantar quantas vezes for preciso e suportar a pressão do medo.

Tá doendo, tá sangrando, e eu continuo tacando o sal da realidade nas feridas, continuo andando, pois eu sei que lá na frente, tudo vai valer a pena, se eu não desistir. A vida tem dessas coisas, altos e baixos são naturais nessa montanha russa de emoções, perdas e ganhos, o que determina se você será um ganhador ou um perdedor, é sua determinação, sua força, o quanto está firme com seus objetivos, até onde você consegue não dar ouvidos ao fracasso, e sobre ser um vencedor, um realizador de sonhos, você nunca vai saber como é, se não tentar.


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