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Poema 11 de 365

Uma folha branca nunca foi tão assustadora,
as infinitas possibilidades,
diversas maneiras,
 é como observar o dia de amanhã numa tela,
numa folha branca tem muito, e não diz nada,
 tive medo, muito medo de ter perdido o jeito de escrever,
não ter mais jogo de cintura para essa história,
deixei o que aprendi no colégio para trás,
 nada disso me ajuda a preencher esta página em branco.

Infinitas linhas, tropeço nas vírgulas que a vida coloca,
uso travessões para sair daqui,
comunicação, é a chave, disso nunca vou esquecer,
a gente tem que dizer o que sente,
se não deixa de ser,
dessa vez irei usar a caneta da minha memória
e jogar o corretivo fora, esquecer o lápis no passado,
 porque dessa história quero me lembrar, nunca apagar.
porque essa é a história da minha vida, e é assim que tem que ser.


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