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Poema 5 de 366


Poema 5 de 366
- Domínio
Daqueles dias em que quero morrer
que me mudo para o fundo do poço,
você vem me adoçar,
me enche da coisa gostosa que é
sua companhia
me coloca de novo no compasso
da rima
me ergue, me põe por cima,
me enlaça com a voz rouca,
e ri
da pele arrepiada
da alma que se torna aberta
outra vez, para você
que tem a senha
e a manha
de amansar essa fera,
que ao teu lado, abandona instintos
que volta a ser humana
que te admira que te ama.

Agora resolvi adicionar um subtítulo para os poemas, assim sinto que eles ganham ainda mais identidade!

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